
Quando conhecemos pela primeira vez o conceito do trabalho (toda atividade na qual o ser humano utiliza sua energia para satisfazer necessidades ou atingir determinado objetivo), não imaginamos quão abrangente e profundo esse conceito nos traduz. O poder do trabalho nos leva a dar evasão a tudo aquilo que pensamos, para que então, o ser humano possa produzir. E é a partir dessa produção, daquilo que necessitamos (ou não) é que iremos ver se só é o praze
r que o trabalho nos traz.
Segundo o alemão Friedrich Hegel, é através do trabalho que o ser humano se liberta, pois exercemos domínio sobre a natureza.
r que o trabalho nos traz.Segundo o alemão Friedrich Hegel, é através do trabalho que o ser humano se liberta, pois exercemos domínio sobre a natureza.
No entanto, em outra vertente interpretativa desenvolvida por Marx, o poder libertativo do trabalho, limita-
se, no momento em que o trabalhador vende a sua mão de obra ao sistema. Movido por esse conceito de trabalho, Karl Marx denunciou o trabalho forçado, em que o capitalismo submete o homem, criando-se o conceito de “processo de alienação”. Nesse processo identificam-se dois momentos distintos: o da objetivação e o da alienação. Para criar, para exteriorizar a criatividade humana, devemos ter algo como objetivo, uma meta, assim ocorre a objetivação. Após a produção, do que no passado objetivamos, o homem não identifica sua obra como sua, resultando em alienação, haja visto, que caíra na imensidão do sistema, sendo assim uma cria com sua paternidade não identificada.
se, no momento em que o trabalhador vende a sua mão de obra ao sistema. Movido por esse conceito de trabalho, Karl Marx denunciou o trabalho forçado, em que o capitalismo submete o homem, criando-se o conceito de “processo de alienação”. Nesse processo identificam-se dois momentos distintos: o da objetivação e o da alienação. Para criar, para exteriorizar a criatividade humana, devemos ter algo como objetivo, uma meta, assim ocorre a objetivação. Após a produção, do que no passado objetivamos, o homem não identifica sua obra como sua, resultando em alienação, haja visto, que caíra na imensidão do sistema, sendo assim uma cria com sua paternidade não identificada. Por Rebeca Melo D.C

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